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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Olavo vs. Robert Kagan

http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/11941-o-que-e-o-nacionalismo-americano.html

No que diz respeito ao conteúdo ideológico geral, o nacionalismo americano é em essência um conservadorismo, empenhado em manter viva a tradição constitucional e o legado dos Founding Fathers. Isso quer dizer que a Constituição, na perspectiva nacional-conservadora, deve ser interpretada segundo a intenção de seus autores, não deformada por arranjos posteriores que, a pretexto de fazer dela "um documento vivo" (expressão de Al Gore), tratam logo de sepultá-la


Comparem isso ao que diz Robert Kagan em The Cowboy Nation: against the myth of American innocence ou em sua entrevista à Frontpagemag, em 2003. É a diferença entre quem imagina práticas a partir de princípios e quem faz o homework e se baseia em documentação e fatos históricos.

Kagan, aliás, escreveu "Do Paraíso e do Poder", editado no Brasil pela Rocco:

página 88:

O mito da tradição "isolacionista" dos EUA é notavelmente resistente. Mas é mito. A expansão do território e influência tem sido a realidade inescapável da história dos EUA, e não tem sido uma expansão inconsciente... Mesmo enquanto ainda eram um conjunto fraco de colônias pouco unidas e espalhadas pelo litoral do Atlântico..., os EUA já despontavam para os seus líderes como um "Hércules no berço", "embrião de um grande império"... Jefferson previou a implantação de um vasto "império da liberdade". Hamilton acreditava que os EUA iriam "em breve assumir um comportamento correspondente a seus grandes destinos"...

página 89:

... Os EUA devem tornar-se uma grande potência, e talvez a maior potência, acreditavam, bem como muitas gerações subseqüentes de norte-americanos, porque os princípios e os ideais sobre os quais o país se fundara eram inquestionavelmente superiores... A prova da importância transcendental do experimento americano não se encontraria apenas na perfeição perene de suas instituições nacionais, mas também na disseminação da influência americana... É por isso que sempre foi tão fácil para tantos americanos acreditar, como muitos ainda crêem hoje, que, ao promover seus próprios interesses, promovem os interesses da humanidade. Conforme afirmara Benjamin Franklin, a causa dos Estados Unidos "é a causa de toda a humanidade".

página 92:

... os ataques... incentivaram e aceleraram, mas não alteraram a essência do rumo em que já se encontravam os EUA. 

domingo, 27 de abril de 2014

Metacaradepau

Olavettes, esses títulos e assuntos lhes parecem familiares?

The Rich and the Super-Rich: a study in the power of money today


The Rockefeller Syndrome (com direito a celeuma com Galbraith nas páginas de The New York Review of Books)


Vamos lá, olavettes! No ritmo de Ivete Sangalo:


Mamãe vai fazer, papai vai fazer
Mamãe vai fazer, só falta você
Mamãe vai fazer, papai vai fazer
Mamãe vai fazer, só falta você
Chupando, Chupando, Chupando
Chupando e não citando